Na noite de 9 de outubro de 2025, o serviço de streaming Globoplay bateu recorde ao exibir o assassinato de Odete Roitman, personagem icônica da novela Vale TudoRio de Janeiro. A cena, originalmente ao ar em 1988, foi retransmitida às 22h30 (horário de Brasília) e atraiu mais de 5,2 milhões de visualizações simultâneas, recorde histórico para a plataforma.
Recorde de audiência: números que surpreendem
Segundo dados internos divulgados pelo TV Globo, a audiência superou em 42% a marca anterior da série, que já era a mais alta da história de Globoplay. Em menos de 24 horas, o episódio acumulou 48 mil visualizações no canal oficial da emissora no YouTube, gerando um pico de 12 mil acessos por minuto. O índice de permanência foi de 94%, ou seja, quase todos que apertaram o play ficaram até o fim da cena de cinco minutos.
- 5,2 milhões de visualizações simultâneas na estreia.
- 48 mil visualizações no YouTube em 14 horas.
- Taxa de conclusão de 94%.
- Engajamento nas redes sociais aumentou 67% em 48h.
Por que a morte de Odete Roitman ainda emociona?
A personagem foi interpretada por Beatriz Segall (1926‑2018), cuja presença marcante ainda repercute nas gerações recentes. Na trama original, Cássia Kis Magro deu vida à assassina Leila, enquanto Reginaldo Faria encarnou Marco Aurélio, o homem que, apesar de estar ao lado de Odete, não conseguiu impedir o crime. O público ainda lembra da sensação de estar “parado” diante da revelação, como relatou o programa Vídeo Show em seu especial de 30 anos, que apontou que o caso “parou o país”.
Hoje, o impacto se renova porque a narrativa foi reapresentada com alta qualidade 4K e recursos de audiodescrição, tornando‑a acessível a quem não pôde assisti‑la na época. Além disso, a curiosidade coletiva – o que aconteceu com o culpado?, quem realmente comandou o plano? – funciona como um convite irresistível à maratona.
Repercussão nas redes e estratégia da TV Globo
A emissora lançou um esforço multicanal: posts no Facebook, Instagram, TikTok, Bluesky, Threads e X. O vídeo teaser publicado em 10 de outubro recebeu 48 mil visualizações em menos de um dia e gerou milhares de comentários, muitos perguntando se o detetive Delegado Mauro conseguiria desvendar o caso.
O Delegado Mauro, interpretado por um ator ainda não divulgado, tem sido o fio condutor da sequência de episódios após a morte. Seu interrogatório a Maria de Fátima – que nega ter matado Odete – foi destaque nas plataformas, com a frase “não matou Odete Roitman” viralizando como meme.
Contexto histórico da trama em Vale Tudo
Vale Tudo foi produzida pela Rede Globo de Televisão, com sede em Rio de Janeiro. A novela, escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères, abordava temas como corrupção, ambição e a moral flexível dos empresários nos anos 80. O assassinato de Odete foi o ponto de virada da trama, pois introduziu um mistério de assassinato que, na época, rivalizava com grandes casos reais, como o assassinato de Candelária.
Além da trama, o episódio gerou uma enxurrada de cartas “farewell” de Heleninha e Fátima, ameaças de Celso, e a movimentação de César, que se recusou a “buscar e andar com um fuzil”. Esses detalhes ainda são estudados por estudantes de roteiro como referência de construção de suspense.
O que vem a seguir na investigação fictícia?
Nos episódios subsequentes, Marco Aurélio será novamente questionado, enquanto César aparece como suspeito secundário. A trama também traz um detalhe financeiro: Maria de Fátima exigiu cinco milhões de reais para silenciar a polícia, aumentando o clima de tensão. O plano de fuga de Odete, seu encontro no hotel e as notas de despedida de Heleninha ainda serão analisados, prometendo mais reviravoltas.
Para quem acompanha nas redes, a expectativa é que o Delegado Mauro descubra quem realmente puxou o gatilho, possivelmente revelando um conspirador até então invisível. Essa continuidade mantém a audiência engajada e garante novos picos de visualização nas próximas semanas.
Perguntas Frequentes
Por que a morte de Odete Roitman ainda gera tanto interesse?
A cena marcou a televisão brasileira como um dos momentos de maior suspense. O caráter misterioso da trama, aliado à atuação lendária de Beatriz Segall, cria um efeito nostalgia‑curiosidade que atrai tanto quem viveu o drama à época quanto novas gerações que o descobrem em alta qualidade.
Qual foi o número exato de visualizações que quebrou o recorde?
A estreia registrou 5,2 milhões de visualizações simultâneas, superando a marca anterior em 42% e estabelecendo o maior pico de audiência da história de Globoplay.
Como a TV Globo está aproveitando esse sucesso nas redes sociais?
A emissora lançou teasers, clipes e enquetes em plataformas como Facebook, Instagram, TikTok e X. O vídeo teaser gerou 48 mil visualizações em 14 horas, e as discussões sobre o Delegado Mauro e os suspeitos continuam alimentando memes e comentários, ampliando o alcance da trama.
Quem são os principais suspeitos na investigação atual?
Além de Maria de Fátima, que nega culpa, a trama foca em Marco Aurélio e César. As exigências financeiras e as cartas de despedida reforçam a suspeição sobre ambos.
O que podemos esperar dos próximos episódios?
A série deve aprofundar a investigação do Delegado Mauro, revelando novos álibis e, possivelmente, introduzindo um cúmplice ainda desconhecido. Cada pista – como a demanda de cinco milhões de reais – promete mais reviravoltas que mantêm a audiência presa.
Embora não tenha acompanhado a transmissão ao vivo, lembro-me vividamente da tensão que a cena de Odete Roitman gerou em 1988; o impacto cultural permanece evidente.
É impressionante como a nostalgia pode transformar um episódio antigo em fenômeno digital; a Globo soube remarcar o clássico com qualidade 4K, e o público respondeu com entusiasmo contagiante.
Rapaz, que número! 5,2 milhões ao mesmo tempo, ninguém acreditava.
Que marco histórico, realmente! A audiência superou todas as previsões, mostrando que a narrativa atemporal ainda ressoa profundamente, e isso comprova o poder da trama, da produção, e da memória coletiva! Parabéns à equipe!
Concordo, a nostalgia une gerações diferentes em torno da mesma história.
Esse recorde não é obra do mero talento, mas de uma estratégia meticulosa da Globo para monopolizar a atenção, manipulando algoritmos e inflando números através de bots e tráfego pago oculto.
Vamos celebrar esse sucesso como prova de que o conteúdo de qualidade, aliado à inovação tecnológica, pode inspirar novas gerações a valorizar a história da televisão brasileira!
Ah, que façanha gloriosa da mídia, transformar uma cena de 1988 em espetáculo de streaming para quem ainda acredita que nostalgia é sinônimo de relevância cultural.
É quase cômico observar tanto alvoroço por cinco minutos de drama, mas talvez seja isso que mantém a magia viva.
🔥💥 5,2 milhões de views? Isso é pura explosão de memória! 🎬👏
De fato, a estratégia multicanal da Globo ampliou o alcance da cena, integrando plataformas e gerando discussões que reverberam nas redes sociais.
Ao refletir sobre o fenômeno da reexibição da morte de Odete Roitman, percebemos que estamos diante de um complexo entrelaçamento de memória coletiva, tecnologia e necessidade de pertencimento cultural. A nostalgia, como força motriz, invoca uma sensação de continuidade histórica que transcende gerações distintas. Quando a Globo decidiu transformar um ponto alto da teledramaturgia dos anos oitenta em conteúdo 4K, inadvertidamente criou um ponto de convergência entre o passado analógico e o presente digital. Esse ato não é apenas um exercício de reviver o passado, mas também uma estratégia de engajamento virulento que utiliza algoritmos para maximizar visualizações. Cada segundo da cena, agora acessível em alta definição, funciona como um convite para que novos espectadores reconstruam uma narrativa que já carregam como patrimônio nacional. A taxa de permanência de 94% revela que a atenção dos telespectadores foi capturada, indicando que o suspense ainda exerce poder sobre o imaginário popular. Ademais, a presença de audiodescrição demonstra um compromisso inclusivo que amplia o alcance da obra para públicos antes marginalizados. O debate nas redes sociais, ao mencionar suspeitos e teorias, exemplifica como a ficção se torna terreno fértil para discussões sobre justiça, poder e moralidade. A inserção do Delegado Mauro como fio condutor gera uma camada adicional de intriga, conectando a trama original a uma nova saga de investigação. Em termos de marketing, o uso de teasers e memes evidencia a capacidade da Globo de adaptar sua narrativa a formatos de consumo contemporâneos. O sucesso medido em milhões de visualizações simultâneas também reflete a eficácia de uma distribuição omnicanal que engloba YouTube, TikTok, Threads e demais plataformas. Assim, o caso Odete Roitman demonstra que o passado pode ser reconfigurado para servir às demandas do presente, mantendo viva a chama da dramaturgia. Por fim, a expectativa de que episódios futuros revelem novos segredos sustenta um ciclo de curiosidade que alimenta a audiência por semanas. Em síntese, o fenômeno ilustra a sinergia entre memória, tecnologia e estratégia de conteúdo, consolidando-se como um marco da cultura pop contemporânea.
Curti demais como a Globo está revitalizando esse clássico, dá pra sentir a energia da galera comentando cada detalhe.
A estratégia de usar bots para inflar números é clara e mostra como a indústria manipula métricas sem transparência
Isso aí, a Globo provou que ainda tem força no streaming!
Interessante observar como a audiência ainda reage a um episódio de 1988 relançado em alta definição.
🤔 Essa obsessão por números é só a fachada para esconder falhas criativas, a Globo está cansada de reciclar o passado! 😒
O uso excessivo de meme pode diluir a relevância da obra.
Vamos acompanhar os próximos episódios, a investigação promete revelar novas camadas da história.